sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Livros Polêmicos



Oie gente!
*Esse é um repost 'atualizado' da época que o blog ainda era Dark Paradise.

1. Lolita, de Vladimir Nabokov
Considerado pornografia pura, Lolita narra a história do quarentão Humbert Humbert que se apaixona por sua enteada Lolita, uma menina de 12 anos, e passam a ter uma vida amorosa. Altamente controverso, o livro foi rejeitado por diversas editoras, porém hoje é considerado uma das maiores obras do século 20 e de todos os tempos.

2. O Apanhador no Campo de Centeio, de J. D. Salinger
A obra conta a história de um jovem de 16 anos que luta contra a angústia adolescente e lamenta o mundo ao seu redor. No livro existem muitas passagens sobre cigarro e álcool, e uma boa dose de blasfêmia e atitudes subversivas. Nos Estados Unidos, um professor de Inglês foi demitido por indicar a obra para leitura.

3. Os 120 Dias de Sodoma, de Marquês de Sade
Basicamente, o livro retrata a exploração do lado mais escuro da natureza humana e, especialmente, de perversão sexual. Na obra, quatro libertinos franceses capturam algumas adolescentes, e durante 120 dias torturam, humilham e estupram as jovens. Este livro foi recentemente banido na Coréia do Sul, e não foi publicado na Grã-Bretanha até 1954, apesar de ter sido escrito no século XVIII.

4. Proibido, de Tabitha Suzuma
O livro da autora britânica fala sobre a história de amor dos irmãos Maya e Lochie. Abandonados pelo pai e filhos de uma mãe alcóolatra que mal aparece em casa, os dois adolescentes acabam tomando a responsabilidade de cuidar da casa e de seus três irmãos mais novos, o que fazem eles terem uma vida semelhante a de marido e mulher. 

5. 100 Escovadas antes de ir para Cama, Melissa Panarello
A jovem siciliana resolveu lançar, em 2003, parte do diário sexual que manteve por dois anos. O relato começa quando a protagonista tem 15 anos e perde a virgindade. A partir daí, começa a experimentar os limites de sua sexualidade em orgias, sadomasoquismo e experiências homossexuais. 

6. Os Versos Satânicos, de Salman Rushdie
Publicado em 1988, "Os Versos Satânicos" é considerado controverso por causa de suas atitudes em relação ao Islã. Rushdie se refere a Maomé como "Mahound", o que essencialmente significa demônio. Cópias foram queimadas, vários protestos foram realizados e até mesmo um tradutor do livro foi morto. Rushdie passou pouco menos de uma década sob proteção policial.

7. Deus, um Delírio, Richard Dawkins
Livro escrito pelo biólogo britânico Richard Dawkis, que mais tarde viria a se tornar um ícone do ateísmo, trata-se nada mais do que provar a inexistência de Deus e provocar os religiosos, colocando a religião como um dos maiores males da sociedade. Dawkis, despreza a ideia de qualquer tipo de religião, levando até a comparações entre educação religiosa e abuso infantil.

8. Mein Kampf, Adolf Hitler
A “cartilha do nazismo” expressava as ideias antissemitas e racistas do ditador, que escreveu o primeiro dos dois volumes na prisão. Foi meio que uma sementinha da 2a Guerra Mundial edo Holocausto, já que, em suas páginas, Hitler persuadia os alemães a combater os judeus, que, segundo ele, pretendiam dominar o país. O estadoda Baviera, na Alemanha, se recusa a reeditar a obra ou permitir republicações.

9. Malleus Maleficarum ou O Martelo das Bruxas, Heinrich Kramer e Jacob Sprenger
O manual oficial da intolerância religiosa da igreja católica. Sob o pretexto de “caça às bruxas”. O vaticano perseguiu e matou impiedosamente cerca de 200 mil opositores da fé católica.

10. Madame Bovary, Gustave Flaubert
Avançada para os padrões da época, a fictícia madame Bovary comete adultério e se entrega ao consumismo desenfreado (e às dívidas que vêm junto) para dar sentido à sua vida carente de aventuras. Acaba tendo um final trágico e meio moralista: ela se suicida ingerindo arsênico. Por fazer críticas ao clero e à burguesia, o romance causou furor na época, com o autor sendo levado a julgamento por ofender a moral e a religião. Absolvido, Flaubert declarou no tribunal: “Emma Bovary sou eu”

11. Adolescência, Sexo e Cultura em Samoa, Margaret Mead
Este livro indispôs os ânimos de muitos ocidentais quando apareceu pela primeira vez, em 1928. Muitos leitores americanos ficaram em choque pela observação de que as jovens mulheres samoanas adiavam o casamento por muitos anos enquanto desfrutavam do sexo ocasional, mas que, uma vez casadas, assentavam e criavam com êxito os próprios filhos. Infelizmente para Mead, os jovens que entrevistou em Samoa narraram contos selvagens de promiscuidade sexual e Mead aceitou todos como um fato real. 

12. Eixo da Civilização, Margaret Sanger
A base de seu livro se dá na crença que os seres humanos inferiores deviam ser sacrificados para permitir que uma raça superior aparecesse com o tempo.


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